Boletim de 30 de novembro de 2012
Um balanço da viagem até aqui

Em um ano nos trilhos, o Portal do Trem já trouxe muito material para você, a começar pelos 48 boletins. Veja quanta coisa você encontra aqui:

  • "Balcão de informações", para quem está decidindo se entra ou não para o hobby.
  • "Dicionário de Ferr(e)omodelês" e as "Oficinas", com material técnico diversificado — tutoriais, dicas, avaliações — para modelistas iniciantes, intermediários e avançados.
  • Quase 600 links (!!!) externos com informações úteis e específicas de ferromodelismo:
    • clubes & associações
    • redes sociais
    • listas
    • fóruns
    • lojas físicas e virtuais no Brasil e no exterior
    • produtores e prestadores de serviço
    • publicações (revistas, livros, blogs, sites) em português e em outros idiomas, inclusive revistas e livros para download gratuito

    (Todo esse material está nas secções "Bar da Estação", "Armazém" e "Entre linhas".)
  • O "Guia Levi", com calendário sempre atualizado de eventos de nosso interesse (encontros, concursos, etc.).
  • Para alegrar os olhos, a secção "Cabine", com mais de 100 fotografias, além da lista com dezenas de álbuns de outras fotografias que modelistas publicam em outros sites.
  • E, porque o trem pode ser de aço, mas ninguém é de ferro, inúmeras piadas e causos ferroviários. Confira no "Bar da Estação".
Parada em Paranapiacaba
Imagem: Parada em Paranapiacaba
Neste último final de semana houve o VII Encontro de Ferreomodelismo de Paranapiacaba nas dependências do Clube Lyra Serrano. O encontro foi promovido pelo Ferreoclube do ABC.

Várias maquetes estavam expostas, inclusive a maquete modular do Ferreoclube e a Siderúrgica Valene, do Balan. Foi oportunidade para ferromodelistas se reencontrarem, conhecerem pessoalmente aqueles que só conheciam pela internet e conhecer e fazer novos amigos.

Algumas lojas e pequenos produtores também estiveram ali, oferecendo itens variados para os amantes do hobby.

(Na foto Renato Gigliotti, o Marquês do Phunicular, fala aos presentes no auditório do Lyra Serrano. Foto retirada da página do Renato no Facebook.)
Lançamento: Decalques da SD70ACe da VLI
Imagem: Decalques da SD70ACe da VLI

Imagem: Decalques da SD70ACe da VLI
As SD70ACe são as primeiras locomotivas montadas na fábrica da EMD em Sete Lagoas, Minas Gerais.

Com a cartela de decalques impressos a laser que o Carlão acaba de lançar, você pode decorar modelos em escala HO das 14 locomotivas SD70ACe encomendadas pela VLI (Vale Logística Integrada). Cada cartela permite a elaboração de até 6 modelos, cuja numeração pode ser escolhida entre 6525 e 6538.

Para contatar o Carlão, vá até a página "Produtores" e procure por Decalques do Carlão.
Ônibus em escala HO
Imagem: Ônibus em escala HO
A Maquete de Ônibus oferece modelos importados e pintados nas cores da Viação Cometa, Expresso Brasileiro, Viação Itapemirim e outras. Tem também trólebus e ônibus biarticulados.

O endereço está na nossa página "Lojas virtuais no Brasil".
Sua maquete tem suspensório?

Algumas têm. E a sua?

Não sabe o que são suspensórios em linguagem ferroviária? Então confira em nosso "Dicionário de Ferr(e)omodelês".

Trens Modelismo
Imagem: TrensModelismo nº 81
Acaba de sair o nº 81 da revista Trens Modelismo. Com 32 páginas, essa é a única revista impressa em português dedicada exclusivamente ao nosso hobby. O site da Trens Modelismo traz relação de lojas onde pode ser adquirida. Você encontra o endereço do site na página "Revistas impressas em português".
Expresso Portal do Trem
Locomotivas britânicas até 1959 (sugestão do Celso Mello na lista ModelTrem)

O vídeo conta o desenvolvimento de locomotivas diesel, elétricas e a vapor na Grã-Bretanha. Além de cenas de ferrovias britânicas, também aparecem locomotivas exportadas para outros países.

Almanaque de Petrópolis nº 3 (Excelente!!!)
Imagem: Almanaque de Petrópolis III

Texto escrito para crianças e jovens, ''A Estrada de Ferro e as Viagens de Trem'' é o terceiro volume do Almanaque de Petrópolis, publicado pelo Museu Imperial (www.museuimperial.gov.br/). Entre outras coisas, conta um pouco da história da Estrada de Ferro Mauá, a primeira ferrovia brasileira, e da Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará, que subiu a serra e chegou até Petrópolis. Está em formato PDF e possui 60 páginas. Você pode baixar o arquivo, clicando na foto acima.

Porteira e veículos rodoviários operacionais
Dica: Como remover pintura

Às vezes é difícil remover tinta de uma carcaça de plástico (seja de locomotiva, carro ou vagão). A causa da dificuldade é que os fabricantes empregam as mais variadas tintas e os plásticos das carcaças são os mais diversos. Para complicar, às vezes um fabricante muda a tinta ou o plástico de seus produtos.

Devido a essa diferença tanto de tintas quanto de plásticos, é preciso encontrar o removedor certo, pois alguns atacam alguns plásticos mas não outros e removem certas tintas mas não outras. A pergunta de sempre é: qual o removedor (solvente) que vai me ajudar a remover a tinta mas sem atacar(derreter) o plástico da carcaça?

Modelistas têm usado diversos removedores com maior ou menor sucesso:

* soda cáustica (solvente forte, não ataca plástico)

* fluído de freio (raramente ataca o plástico)

* acetato de etila (solvente forte, pode atacar o plástico)

* acetona industrial (solvente forte, pode atacar o plástico)

* acetona comum (solvente forte, pode atacar o plástico)

* álcool isopropílico (solvente fraco, raramente funciona)

* tíner (ou thinner; solvente forte, geralmente ataca o plástico)

* querosene (raramente ataca o plástico)

* óleo diesel (raramente ataca o plástico)

* águarrás (raramente ataca o plástico)

* removedores de tinta (solventes fortes, podem atacar o plástico)

Uma observação: "Thinner" significa ''diluente'' ou ''solvente''. É um termo genérico. Há diferentes composições de tíneres, mas todos são bem fortes e geralmente atacam o plástico.

Regras essenciais:

1) Tenha paciência. Às vezes a carcaça precisa ficar vários dias mergulhada no removedor, até a pintura sair.

2) Utilize uma escova de dente usada e esfregue com cuidado, para ajudar na remoção.

3) Tenha muito cuidado na hora de fazer o trabalho. Alguns removedores exigem cuidado redobrado. É o que acontece com a soda cáustica, que é altamente irritante para a pele e as vias respiratórias, o que requer que você sempre use luvas e faça o serviço em local arejado. E vários removedores exalam vapores cancerígenos. Neste caso, você deve trabalhar em local bem ventilado.

4) Mantenha esses solventes sempre longe do alcance de crianças.

5) Sempre teste o solvente na parte interna da carcaça para ter certeza de que não ataca o plástico. Se você perceber que aquele removedor está atacando o plástico, lave imediatamente a carcaça. Mas, mesmo que não veja sinais imediatos de corrosão do plástico, espere até o dia seguinte para ter certeza de que não vai danificar mesmo sua carcaça. É que alguns removedores atacam de leve o plástico, mas ainda assim atacam. Lembre-se de que o fato de que um removedor funcionou numa carcaça não significa que vai funcionar em outra. Por isso, sempre teste. De que adianta você conseguir remover a tinta, se o plástico foi junto?

6) Tentou remover com aqueles produtos que você tem em casa e assim mesmo não funcionou? Ao invés de experimentar cada um dos outros removedores da lista acima, você pode perguntar a outros modelistas. As listas, fóruns e redes sociais dedicadas a ferromodelismo são ótimos lugares para fazer essas consultas. É provável que algum modelista já tenha removido tinta daquela carcaça. Diga, então, qual é o fabricante da sua carcaça e, às vezes, também a época de fabricação, pois, como dito acima, os fabricantes mudam as tintas e os plásticos de seus modelos.

(Dica redigida por Marcio Redondo a partir de experiências compartilhadas por vários modelistas.)

Colírio ferroviário
Imagem: SD70AC
Tubarão-martelo: a locomotiva acima foi fabricada pela Rail Progress em Indiana, Estados Unidos, para a Société Nationale Industrielle et Minière (SNIM), na Mauritânia, no oeste da África, país em que a maior parte do território fica no deserto do Saara. Essas caixas são para acomodar as várias telas de filtros que evitam a entrada de areia.

(Fotografia de Brian T. Marsh na página www.railpictures.net/photo/413791. Mencionada pelo Luciano J. Pavloski na lista Ferrovia Global. Explicação técnica feita pelo Rodrigues. Apelido dado pelo Ademir, de Campinas.)
Caboose

Agradecemos ao Luciano e ao Rodrigues pela sugestão e explicação da foto do Colírio Ferroviário e ao Celso Mello pela sugestão para o Expresso Portal do Trem.

Atualizamos o "Dicionário de Ferr(e)omodelês"

Marcio Redondo (editor@portaldotrem.com.br)

Portal do Trem: Um site de ferromodelistas para ferromodelistas